Gustavo Feliciano Assume o Ministério do Turismo
Gustavo Feliciano tomou posse como o novo ministro do Turismo em uma cerimônia realizada ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no Palácio do Planalto, nesta terça-feira, 23. Durante seu discurso, Feliciano expressou gratidão ao presidente e ressaltou as conquistas do governo na sua terra natal, a Paraíba.
“Estou certo de que farei o meu melhor, pois esse é o mínimo que posso fazer, é minha obrigação. Este governo tem um lado: o lado do povo brasileiro. O turismo deve ser do povo, pelo povo e para o povo”, declarou o novo ministro.
Nascido em uma família com forte tradição política, Gustavo é filho do deputado federal Damião Feliciano (União-PB) e da vice-governadora da Paraíba, Lígia Feliciano. Antes de assumir a pasta do Turismo, ele foi secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico na gestão do governador João Azevêdo (PSB).
Um Perfil Discreto nas Redes Sociais
Feliciano mantém um perfil discreto nas redes sociais, como evidenciado por seus pouco mais de 4.000 seguidores e menos de 100 publicações no Instagram. Suas postagens incluem fotos familiares e algumas referências ao seu trabalho como secretário.
Seu pai, Damião Feliciano, que é médico cardiologista, foi eleito para um novo mandato na Câmara dos Deputados, que se estende de 2023 a 2027. Ele se destaca nas redes sociais como o “primeiro e único deputado federal negro da Paraíba” e é coordenador-geral da Bancada Negra na Câmara.
Atuação do Deputado Damião Feliciano
Além de sua luta pela inclusão racial, Damião Feliciano também teve papel ativo na aprovação de um projeto de lei que isentou do Imposto de Renda os trabalhadores com renda mensal de até R$ 5.000, uma proposta do governo federal.
A mãe de Gustavo, Lígia Feliciano, também possui uma trajetória relevante na política paraibana, tendo exercido o cargo de vice-governadora e atualmente atuando como diretora de um departamento no Ministério do Desenvolvimento Social.
Mudanças no Ministério do Turismo
A nomeação de Feliciano se deu após a expulsão de Celso Sabino do União Brasil, que levou a sigla a solicitar ao presidente Lula a indicação de um novo nome vinculado à legenda. Sabino foi expulso devido à sua recusa em seguir uma ordem do presidente do partido, Antonio Rueda, que havia dado um ultimato para que todos os filiados ao União deixassem suas posições no governo.
