Incidente em Assistência Técnica de Manaus
Um empresário de 33 anos foi preso na manhã deste sábado (27 de dezembro) após um grave incidente em sua assistência técnica de celulares, situada no bairro Petrópolis, zona Sul de Manaus. A situação ocorreu por volta das 10h30, quando a polícia foi acionada após uma funcionária, de 24 anos, ser levada ao Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio com um ferimento causado por arma de fogo no pescoço.
No hospital, os policiais encontraram o empresário, que apresentou uma versão dos fatos alegando que o disparo teria sido acidental. Segundo seu relato, a funcionária estava manuseando uma pistola que ficava guardada no caixa do estabelecimento enquanto ele se ausentava para usar o banheiro. Ele afirmou ainda que, ao tentar retirar a arma das mãos da jovem, o cabelo dela teria se enredado na pistola, resultando no disparo acidental.
No entanto, essa versão foi contestada pela família da vítima. A mãe da jovem declarou à polícia que, antes de receber atendimento médico, a filha lhe contou que o patrão teria tentado matá-la, disparando pelas costas. Essa declaração levanta sérias dúvidas sobre a versão apresentada pelo empresário e evidencia a complexidade do caso.
Investigação e Apreensões
Após o relato inicial, a polícia se deslocou até a residência do suspeito e realizou apreensões de armas e outros materiais possivelmente relacionados ao ocorrido. Durante a busca, foram encontrados uma pistola calibre .380, vários carregadores, munições intactas e um celular, que podem ser cruciais para a elucidação dos fatos.
O empresário foi levado ao 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde permanece à disposição da Justiça. A vítima, por sua vez, segue internada sob cuidados médicos, embora o estado de saúde dela ainda não tenha sido atualizado pelas autoridades. A investigação continua em andamento, buscando esclarecer todos os aspectos do caso e determinar as responsabilidades.
Esse incidente em Manaus é mais um exemplo de como situações de violência podem surgir em ambientes de trabalho, levantando questões sobre a segurança de funcionários e a responsabilidade dos empregadores. O caso seguirá sendo acompanhado de perto pela polícia e pela comunidade, que aguarda respostas sobre o que realmente aconteceu naquela manhã fatídica.
