Inovação na Formação Profissional em Manaus
Manaus, 2026 – Enquanto muitos ainda buscam maneiras de conectar a educação ao mercado de trabalho, a FPFtech (Fundação Paulo Feitoza) se destaca com um modelo que antecipa o futuro da formação profissional. Com sede em Manaus e mais de 23 mil alunos formados, a FPFtech inicia um novo ciclo ao integrar seus cursos técnicos e de graduação ao seu parque tecnológico.
A proposta inovadora desafia o conceito tradicional de educação, que muitas vezes permanece desconectada da realidade do mercado. Agora, os alunos aprendem no mesmo ecossistema que abriga pesquisadores, engenheiros, startups e desenvolvedores que atuam em áreas de tecnologias emergentes.
Mais do que simplesmente acessar laboratórios, os estudantes vivenciam a inovação em sua rotina, com orientação prática, desafios reais e contato direto com as tendências mais avançadas da indústria 4.0.
“Não estamos apenas formando para o mercado. Estamos formando dentro dele”, ressalta Niomar Pimenta, diretor educacional da Fundação. “Nosso objetivo é capacitar indivíduos que compreendam o funcionamento do mundo digital, automatizado e inteligente, e que saibam criar soluções a partir desse contexto”.
O movimento de 2026 representa a consolidação de três frentes interligadas: a expansão dos cursos técnicos, que agora incluem uma nova formação em Eletrônica; o fortalecimento dos cursos superiores em Engenharia da Computação e Engenharia de Software; e a introdução do Ensino Médio Técnico com formação em Desenvolvimento de Software, todos fundamentados na integração com o parque tecnológico.
O parque tecnológico da FPFtech é um ambiente que abriga laboratórios de pesquisa, centros de desenvolvimento, startups parceiras e projetos de inovação em colaboração com empresas do Polo Industrial de Manaus. Ao trazer o ensino para dentro dessa estrutura dinâmica, a Fundação cria um ecossistema único na região, onde educação, indústria e tecnologia não apenas coexistem, mas também se interagem.
Esse modelo educacional responde diretamente às demandas da nova economia digital, em que habilidades técnicas devem ser acompanhadas de competências socioemocionais, visão crítica e capacidade de adaptação. A grade curricular dos cursos combina práticas em tecnologias como inteligência artificial, gêmeos digitais, automação, Internet das Coisas (IoT) e desenvolvimento de software, com conteúdos voltados ao projeto de vida, finanças pessoais, empreendedorismo e trabalho colaborativo.
Segundo Nancy Cavalcante, gestora educacional, “o profissional que se destacará no futuro não será apenas aquele que domina a tecnologia, mas sim aquele que entende o impacto dela na sociedade, nos negócios e nas pessoas”. Ela destaca que isso vai além de aulas tradicionais, exigindo um contexto, direção e vivência significativos.
Com essa nova abordagem, a Fundação Paulo Feitoza reafirma seu papel como referência na formação de talentos no Norte do Brasil, ao mesmo tempo em que oferece uma resposta concreta aos desafios estruturais da educação profissional no país, especialmente a discrepância entre o que é ensinado e o que o mercado realmente exige.
As matrículas para os cursos técnicos e superiores já estão abertas, e mais informações podem ser encontradas em: link para mais detalhes.
