Nova derrota do México evidencia lacunas na equipe renovada
A seleção do México viveu mais uma noite difícil na última madrugada em Los Angeles, onde foi derrotada por 2 a 0 pelo Chile diante de 56.539 torcedores. Após um Mundial promissor, com quatro vitórias consecutivas, o time mexicano e o atacante Santiago Gimenez, do FC Porto, amargam agora uma sequência de quatro partidas sem vitória, evidenciando as dificuldades enfrentadas sob o comando do novo técnico Rafa Márquez.
Antes do confronto, houve uma homenagem ao goleiro Guillermo Ochoa, ícone que passou pelo Aves SAD, com o lema “Thank You Memo”. A partida também marcou a estreia de Alex Padilla como titular na meta mexicana. Apesar das mudanças no time promovidas por Márquez, a equipe não conseguiu encontrar ritmo e clareza no ataque, o que gerou impaciência da torcida nas arquibancadas.
Chile aproveita falhas mexicanas e decide no segundo tempo
O jogo foi decidido na etapa final. Aos 56 minutos, Maximiliano Gutiérrez abriu o placar após assistência de Gonzalo Tapia, que recuperou a bola no meio-campo e iniciou a jogada que terminou dentro da área adversária. O México respondeu com substituições, incluindo a entrada de Santiago Gimenez no lugar de Armando González, que não rendeu como titular na posição de centroavante.
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Porém, apenas 55 segundos após a entrada de Gimenez, o Chile ampliou o placar com Vicente Pizarro, aproveitando passe de Darío Osorio em uma jogada que deixou Johan Vásquez caído no campo. O México tentou reagir, mas criou poucas chances claras. Gimenez finalizou uma vez, de forma desajeitada, aos 83 minutos.
Com esse resultado, a seleção mexicana encerra a série de jogos em datas FIFA com dois empates, contra Colômbia e Peru, e duas derrotas, para Estados Unidos e Chile — esta última equipe que teve desempenho ruim nas eliminatórias sul-americanas para o Mundial, conquistando apenas duas vitórias em 18 jogos. O México marcou dois gols e sofreu sete nesse período.
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Rafa Márquez minimiza resultados negativos e destaca testes
O técnico Rafa Márquez buscou relativizar a sequência negativa. “Não se pode comparar um Mundial com jogos particulares. O objetivo principal era observar os jogadores e dar minutos a todos. Foi possível identificar quem pode estar e quem não pode. Contra o Chile, faltou contundência nas duas áreas, mas eram jovens que jogavam juntos pela primeira vez”, afirmou.
