Um mês após a tragédia
Um mês após a morte de Benício Xavier, de apenas 6 anos, a investigação sobre o caso continua sem prisões. A criança faleceu em 23 de novembro, após receber uma dose de adrenalina administrada diretamente na veia durante um atendimento hospitalar. A confirmação de erro na prescrição e aplicação do medicamento pela Polícia Civil levanta questões sobre os protocolos adotados no Hospital Santa Júlia, onde ocorreu o fato.
A médica Juliana Brasil e a técnica de enfermagem Raiza Bentes são as principais investigadas. Ambas foram afastadas de suas funções por determinação judicial e estão proibidas de atuar por um período de 12 meses. Até o presente momento, não houve qualquer prisão relacionada ao caso.
Conforme a polícia, já foram ouvidas mais de 20 pessoas, incluindo os pais de Benício, as investigadas, médicos, enfermeiros e representantes do hospital. O inquérito segue em andamento, procurando esclarecer todos os detalhes que cercam a morte do menino.
