Crescimento Contínuo nas Emissões da CIPTEA
Nos últimos cinco anos, o Paraná contabilizou 48.311 emissões da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA), um documento que começou a ser disponibilizado no estado em 2020. Esse número representa mais de um terço da população autista do estado, que, de acordo com o Censo 2022 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é estimada em cerca de 132 mil pessoas diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Em 2025, foram emitidas 17.405 carteiras, o maior volume registrado desde a implementação dessa política pública. A análise dos dados revela um crescimento gradual nas emissões ao longo dos anos. Para se ter uma ideia, em 2020 foram apenas 686 carteiras emitidas. O número subiu para 1.139 em 2021 e para 3.336 em 2022. Em 2023, o total alcançou 8.543 documentos, e em 2024 o número foi de 17.202 emissões.
Facilitando o Acesso e Garantindo Direitos
A emissão da CIPTEA é uma ação coordenada pelo Governo do Paraná, através da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social e Família (Sedef). Este documento é crucial, pois garante atendimento prioritário e facilita o acesso a direitos assegurados por lei. A solicitação da carteira é totalmente gratuita e pode ser realizada de maneira online, o que representa um avanço significativo na inclusão e apoio às pessoas com TEA.
Para solicitar a CIPTEA, os interessados podem utilizar o canal exclusivo do Governo do Paraná via WhatsApp, que atende das 9h às 16h, pelo número (41) 3210-2457. Além disso, informações complementares estão disponíveis no site oficial do programa, que busca proporcionar mais clareza e agilidade no processo de emissão.
Uma Iniciativa Que Faz a Diferença
A contínua emissão de carteiras reflete não apenas a eficácia do programa, mas também a crescente conscientização sobre a importância de oferecer suporte adequado às pessoas com TEA e suas famílias. A política pública implementada no Paraná se destaca como um modelo para outros estados, evidenciando que, com as ferramentas certas, é possível melhorar a qualidade de vida das pessoas autistas e promover uma sociedade mais inclusiva.
