Reforma Tributária fortalece a Zona Franca de Manaus
O ambiente de segurança jurídica e a estabilidade trazidos pela recente Reforma Tributária estão estimulando um ciclo promissor de investimentos na Zona Franca de Manaus (ZFM). Conforme informações da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), o polo industrial de manaus (PIM) deve receber, nos próximos três anos, mais de 200 novas fábricas, entre projetos já aprovados pelo Conselho de Administração da Suframa (CAS) e aqueles em fase de implementação. Esse crescimento reafirma a importância da região e evidencia a confiança do mercado na competitividade do modelo ZFM para o médio e longo prazo.
Diversificação dos investimentos no Polo Industrial
Segundo dados da Suframa, um dos destaques desse ciclo de expansão é a variedade dos projetos. Entre as empresas que vão iniciar ou ampliar suas operações no PIM estão nomes estratégicos da indústria nacional, como a Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A., focada em medicamentos sólidos; a Royal Enfield Brasil, que irá aumentar sua produção de motocicletas de alta cilindrada; e a Karina Plásticos da Amazônia Ltda., do setor termoplástico, que investirá em compostos de resina para rotomoldagem e masterbatch.
Zona Franca como elo da indústria nacional
Com esses novos investimentos, a Zona Franca de Manaus reforça seu papel como um braço estratégico da indústria nacional e um elemento fundamental para a integração das cadeias produtivas brasileiras. O modelo da ZFM não compete com outros polos industriais do país, mas atua de forma complementar.
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Atualmente, diversas empresas mantêm operações simultâneas na Zona Franca e em outros estados brasileiros. Essa estratégia de coexistência produtiva e logística é adotada por empresas como Samsung, LG Electronics, Panasonic, Flextronics, Foxconn, Elgin, Honda, Electrolux, Whirlpool, 3M, Schneider Electric, Sagemcom e Zilia Technologies.
Impacto na competitividade e desenvolvimento regional
Leopoldo Montenegro, superintendente da Suframa, destaca que a presença dessas companhias com operações na ZFM e em outras regiões do Brasil demonstra que a Zona Franca funciona como uma engrenagem que fortalece a indústria nacional. Segundo ele, a combinação da capacidade produtiva instalada no Amazonas com a expertise logística e comercial de outros centros contribui para aumentar a competitividade do setor industrial brasileiro, otimizar processos e gerar empregos e renda em todo o país.
Montenegro ressalta ainda que, com a continuidade da atração de investimentos, a Suframa reafirma seu papel como indutora do desenvolvimento regional. “Garantiremos, assim, que a Zona Franca de Manaus permaneça como um território fértil para a inovação, a geração de empregos e a consolidação de um futuro econômico equilibrado para toda a nação”, concluiu.
